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13 de agosto de 2014

Restaurante CASACOR GOIÁS 2013

A CASA COR GOIÁS 2013 aconteceu este ano em uma das esquinas mais conhecidas da cidade, cruzamento das ruas T-55 e Quinze, no setor Marista. E foi nessa esquina que foi montado o Restaurante da Casa Cor GOIÁS 2013. Voltado para a esquina e para a cidade, ele veio num formato nunca antes idealizado nas dezesseis versões anteriores do evento em Goiânia. Com 146 metros quadrados com 82 lugares bem distribuídos em duas áreas: uma interna e outra externa sobre um deck e sob um pergolado de madeira e tecido, sendo o maior restaurante do evento até então.

O projeto do restaurante teve como referência a arquitetura modernista com um toque ainda do neocolonial. Na sua essência, ele trouxe elementos do início desse período no Brasil, tais como: azulejaria em azul e branco, painéis de muxarabis*, mobiliário em madeira e palhinha natural, complementados por um piso de tacos de madeira e a figura solitária de um pilar de seção circular no balcão. A referência maior foi o GRANDE HOTEL de Ouro Preto, obra de Oscar Niemeyer que mescla todos esses elementos, ora tidos como neocoloniais, numa linguagem moderna em pleno ano de 1938. As cores escolhidas para representar este período foram: o branco, o azul, o verde e o amarelo. Sobre um tapete de tacos madeira executado em duas tonalidades (um tom médio amarelado GARAPEIRA e um tom claro CURUPIXÁ) apoiam-se dois grandes painéis de azulejos nas cores azul e branco. Uma cortina de tecido azul marinho profundo faz a ligação entre estes dois painéis trazendo também elegância e mais vida ao ambiente.

Esquadrias em PVC branco e painéis de muxarabis de madeira permitem que a luminosidade, de um amplo jardim e da rua, entre em todo o salão. Sobre o jardim, estendem-se um deck e pórticos de madeira com tendas de tecido formando sombra para a área externa e diminuindo a incidência do sol sobre o restaurante. Painéis de jardins verticais internos também trazem o verde para o salão.

A iluminação respeitou a estética modernista com peças retas e na cor branca com design limpo e conceitual. Foram utilizadas, na sua maioria, peças com luz pontual para destacar as mesas e o balcão (todos na cor branca). A utilização de luz indireta, através de fitas de led nas prateleiras sobre as janelas, preencheu o restante do ambiente interno com uma luz geral suave e bem distribuída. Outros plafons embutidos marcaram as áreas centrais de circulação e mini dicroicas lavaram a cortina azul.

Na área externa, foram utilizadas arandelas nos pilares de madeira com facho de luz para cima e para baixo, marcando bem o piso (facho fechado) e refletindo no tecido sob os pórticos de madeira (facho aberto) criando uma luz geral suave.

A funcionalidade/flexibilidade foi outro destaque da iluminação, dada pela dimerização das fontes de luz pontuais, que foi controlada por uma automação.

Um RESTAURANTE leve e suave, com um ar modernista e um toque neocolonial, que deixou muitas saudades...

Nota: * treliças de madeira de origem árabe aplicadas geralmente em janelas para garantir privacidade (ver sem ser visto) e proteger-se do sol.

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